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sábado, 6 de setembro de 2014

Projeto Africanidade promove treinamento de educadores em Cabo Verde e Guiné-Bissau

Foi lançado, no último dia 26 de março, em Cabo Verde e Guiné-Bissau, pelos respectivos Ministros de Educação, o curso de formação para educadores e gestores governamentais e da sociedade civil que trabalham no campo da educação de jovens e adultos.


O curso, desenhado para atender dois formatos: extensão e especialização, utiliza as tecnologias de educação à distância com apoio de atividades presenciais envolvendo professores e mediadores pedagógicos – africanos e brasileiros.
Trata-se de uma demanda da Rede de Cooperação Sul-Sul entre Países de Língua oficial portuguesa no campo da EJA acatada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e desenvolvida pela Cátedra da UNESCO em EJA. Ofertado em nível de extensão e especialização, o projeto Africanidade está destinado a educadores em serviço contemplando públicos das diferentes ilhas de Cabo Verde, distintas localidades de Guiné Bissau e um público brasileiro vinculado a diferentes instituições educacionais de vários estados nordestinos. Ao todo participam 209 aprendentes distribuídos entre os dois níveis e três países: são 109 alunos selecionados em Cabo Verde (Mindelo e Praia), 51 em Guiné-Bissau e 50 no Brasil.
O material didático, preparado especialmente pelo corpo docente do curso, contém um livro com textos acadêmicos, dois cadernos didáticos com os textos principais dos componentes curriculares, um DVD com Vídeo Aulas e um CD com gravações para rádio (Painéis radiofônicos) – estes últimos materiais gravados pelos professores em conjunto com alunos africanos dos três países envolvidos no Projeto e matriculados nos cursos de graduação e mestrado da UFPB por meio do PEC.
Além do apoio da UFPB, o projeto conta com recursos da SECADI/MEC, com o apoio das Embaixadas Brasileiras em Cabo Verde e Guiné-Bissau, com o apoio da UNILAB e com a aprovação e apoio dos Ministérios da Educação nos dois países Africanos. Para viabilizar o projeto, a UFPB teve que mudar o seu perfil junto ao Ministério da Fazenda e se tornar uma instituição exportadora, podendo assim enviar os quase 600 quilos de material didático para a África. Dois grupos de professores da UFPB se encontram em Cabo Verde e Guiné-Bissau para a abertura do curso e para ministrar o primeiro componente presencial.

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